terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Lei de Parkinson: Uma das cinco doenças de Gerência de Projetos

Vou falar sobre uma doença muito conhecida nos projetos de software, a doença se chama: Lei de Parkinson.

Geralmente a equipe coloca uma maior segurança na estimativa de uma tarefa. Uma pessoa quando recebe uma tarefa, a primeira pergunta  é: “Quanto tempo será necessário para completar a tarefa?”. Devidos as leis de Murphy e a multitarefa as pessoas tendem a colocar uma proteção na estimativa de tempo da tarefa.

Sendo que o prazo estimado nunca vai dar 100% de certeza que vai terminar no prazo, talvez uma oferta 80% a 90% que vai terminar no prazo.

Sabemos que estimativas não são exatas. Mesmo assim nós as exigimos, Por quê? Há uma idéia que se podemos determinar precisamente o tempo para cada tarefa e assegurarmos que cada tarefa seja completada no prazo, então o projeto terminará no prazo, segundo a nossa idéia. Objetivo não é terminar a tarefa no prazo. Mas completar o projeto no prazo.

Isso significa que mesmo que seja possível terminar a tarefa em um prazo de 20 horas e tenha estimativa de 40 horas, a tarefa  será completada em 40 horas. Isso é a Lei de Parkinson: O trabalho se expande para preencher o tempo disponível.

Quem determina o prazo é o Gerente de Projetos, que determina o prazo com as proteções contra problemas que nem sabemos se irá acontecer.

Se o projeto não terminou no prazo e nem ocorreu Murphy é sinal que segurança não esta servindo, mesmo que ocorra um Murphy e termine no prazo, a estimativa não é aceitável.  Vou dar um exemplo: previ que poderiam ocorrer quatro eventos de Murphy, e mesmo assim foi ocupada toda estimativa para completar o projeto e ocorreu apenas um evento de Murphy.  Realmente previ uma estimativa com a doença de Parkinson, onde o trabalho se expandiu para preencher o tempo disponível.

Fonte: http://www.heptagon.com.br/5dgp-2

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