quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Métodos Ágeis

Estive lendo sobre métodos ágeis e lembrei na época que usei XP parcialmente numa empresa pequena.

Lembrando que XP em 2003, senão usasse tudo não era considerado XP. Digamos que havia um radicalismo. Mas tudo amadurece nesta vida.

O Aprendizado da faculdade sobre analise estruturada e outros não impedem de usarmos os métodos ágeis com algumas modificações e adequações de pensamentos. E derrubam certas práticas como calculo de ponto de função, geralmente por experiência já percebi que várias vezes não satisfazem as exceptivas dos clientes.

O motivo era quase sempre porque os clientes esperavam um tempo menor para entrega do produto e os prestadores de serviços aplicando todas variáveis de cálculos chegavam a um tempo maior para entrega o produto.

Na minha opinião nem clientes e prestadores de serviços são os culpados pelo ponto de função não funcionar e sim a forma de elaboração do cálculos tem algumas falhas. Porque nem tudo na informática é exato, temos vários fatores não exatos: como riscos e prever o futuro.

Para diminuir os riscos na entrega do produto em gerência de software é colocado um tempo maior(sobretaxa) na entrega do produto, uma das cinco doenças de gerência de software. Mas isto é outro assunto.

Métodos ágeis é um dia de cada vez e desenvolvimento de software é feito através interações curtas, temos verificações todos os dias das funcionalidades e desenvolvimento baseado em teste(o código do cliente).

Em métodos ágeis o produto de software é desenvolvido de forma incremental.

Os princípios básicos da metodologia ágil são:

  1. Interação da equipe;
  2. Software funcionando é mais importante que documentação, mas isto não elimina um bom projeto para desenvolvimento de um software;
  3. Cliente colaborando;
  4. Mudanças são bem vindas. Software totalmente dinâmico.

Vários encontros de métodos ágeis ocorrem no país e fora. O próximo tema será scrum.

Fontes: http://visaoagil.wordpress.com/
http://www.agilcoop.org.br/
Bye see you next post.

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